Text Size

Buscar

Registro reforça combate à violência doméstica e familiar

A Polícia Militar de Registro iniciou no 13 de maio uma nova ação de polícia ostensiva preventiva, que atuará no combate à violência doméstica e familiar que vitimiza especialmente as mulheres. Pioneiro no Estado de São Paulo, esse tipo de policiamento consiste em uma Patrulha PM bigênero, ou seja, composta por um Policial Militar masculino e uma Policial Militar feminino, que fará constantes visitas às vítimas e aos núcleos familiares oprimidos pela violência doméstica.

O objetivo da aplicação de uma Patrulha PM bigênero é o de buscar aliar a capacidade e força física masculina à capacidade feminina de empatia, interação e intimidade, a serem estabelecidas com a mulher ou a família vitimizada.

O Capitão PM Marlon Torres destaca que a implantação da Patrulha contra a violência doméstica se tornou possível graças ao perfeito entrosamento entre a Polícia Militar, Poder Judiciário (Dra. Barbara Donadio Chinen), Ministério Público (Dra. Maria Fernanda de Lima Esteves e Dr. Daniel Porto Godinho da Silva), Delegacia de Defesa da Mulher (Dr. Filipe Augusto Costamilan Pereira) e Centro de Referência e Atendimento à Mulher (CRAM) de Registro, vinculado à Prefeitura, por meio da Coordenadora Cintia Duarte, da Assessora Jurídica Dra. Regina Guedes e da Psicóloga Pamela Botelho.

A advogada do CRAM explica que a Patrulha será de fundamental importância ao atuar no acompanhamento de mulheres vitimizadas, amparadas pela Lei Maria da Penha. “Essas mulheres detentoras de medidas protetivas deferidas pelo Judiciário passarão a receber visita e inspeção da PM para reforçar a segurança”, afirma Dra. Regina. A Coordenadora do CRAM ressalta que a entidade está à disposição para prestar o apoio necessário às vítimas de violência. “Toda mulher a quem o Poder Judiciário já tenha concedido Medida Protetiva de Urgência, que determina o afastamento físico do agressor, poderá recorrer a mais essa medida que busca afastá-la dessa vida de violência”, afirma Cíntia Duarte.

A Lei nº 11.340, de 07 de agosto de 2006, popularmente conhecida como “Lei Maria da Penha” prevê cinco formas de violência doméstica e familiar contra a mulher: a física (agressão clássica), sexual (tentativa ou prática forçada de sexo), psicológica (terror infligido à mulher ou à família pela presença do agressor ou ameaças), moral (difamação ou ofensa à reputação da mulher, ante a própria família, amigos, vizinhança e/ou ambiente de trabalho) e patrimonial (destruição ou dano a um objeto, móvel ou equipamento, como por exemplo, a um notebook, alegando o agressor que a mulher o utiliza para “traí-lo” com outro homem).

O CRAM fica localizado à Rua Lúcio Marques, 661 – Centro. O telefone é (13) 3821-7579.
 
Fonte: Prefeitura de Registro

Prefeituras Parceiras






Greenpeace

Greenpeace

WWF